quarta-feira, 30 de março de 2011

A vida é um palco ...



“ A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios por isso cante, ria, dance, chore viva intensamente cada momento da sua vida…antes que cortina se feche e a peça termine sem aplausos….. “

Agarrei nesta frase que penso ser de Charles Chaplin e saiu isto … ( atenção que é pura ficção !!! )

A vida é um palco gigante já alguém o disse, uma peça de teatro com uma única diferença, não permite ensaios, gostamos que saia tudo perfeito à primeira o que nem sempre acontece ! Muitas das vezes sinto-me uma actriz numa história que não me pertence, ou um palhaço que ri e faz rir, que pinta o rosto, e tenta colorir o peito com um coração por vezes negro, mas nos lábios um riso cheio de emoção e de alegria…
Um Palhaço que veste o fato da ilusão e que por vezes apetece ir buscar, interiorizando-o e nunca mais o deixar partir fazendo ouvir as palavras do seu coração, com todos os seus dissabores e alegrias….
Todas as manhãs salto da cama, para o palco da vida, não importa se a noite foi bem ou mal dormida, se me dói a cabeça, ou se me doi a alma lá fora muitas crianças me esperam para as ensinar a rir, a brincar, a aprender como se escreve ou lê, como é constituída uma planta e de que é feito o mundo e como se criam laços de amizade!
Às vezes sinto-me ausente , mas eles chamam por mim e continuo a minha arte de representar e ensinar o que vem nos livros e na minha alma!
Por detrás deste palhaço da vida esconde um coração que arde de saudade.Tu que o roubaste de mim e depois partiste-o aos bocadinhos e deitaste-o fora. Agora junto cada bocadinho e tento voltar a reconstruí-lo…volto juntar cada peça e fazer um coração forte e saudável…sem tristezas , nem medo de ser feliz! Continuo a acreditar que é só uma questão de tempo...
No palco da vida dou cambalhotas, rio e sorrio, caio e levanto-me e já não preciso de esconder as lágrimas atrás de uma máscara, porque os meus olhos secaram, já não deitam lágrimas em forma de pingos de chuva…apenas sorriem um sorriso luminoso!
Hoje sinto-me um palhaço alterado, sem vontade de trabalhar mas a luzes acenderam-se os holofotes iluminam e o espectáculo não pode parar porque o palhaço precisa de ganhar a vida!!!! E as crianças esperam estão atentas a cada gesto deste palhaço, palhaço que nem sempre trás números novos, mas que tenta fazer sempre algo de novo…porque todos os dias são diferentes, por muito que pareçam iguais...
Ai ! Ai! como nos palcos da vida vestimos e despimos tantas personagens sem darmos por isso,…somos tantas personagens num só dia, e às vezes numa só hora...por isso o importante é tentar viver cada personagem, cada história de uma forma intensa...para que possamos ouvir os aplausos no fim de cada actuação...no fim de cada dia, de cada hora ....
E meus amigos a vida é mesmo um palco

segunda-feira, 28 de março de 2011

Um sorriso não custa nada ...

" É preciso pouco para despertar um sorriso e basta um sorriso para que isso seja possível " (G.Gespron)

Para tudo que fazemos é necessário entusiasmo. Tudo fica mais bem feito quando é feito com alegria, com carinho e principalmente com boa vontade. E para isso, muitas vezes, é preciso que encontremos uma Motivação.

Pode até parecer brincadeira, mas uma das grande satisfações da vida é trabalhar em prol do próximo, como por exemplo, ajudando, acolhendo ou até mesmo simplesmente ouvindo…. Acreditem ou não, existe uma carência muito grande por parte das pessoas hoje em dia. E quando nós simplesmente paramos, e damos um pouco de atenção ,e ainda as acolhemos com um sorriso, as pessoas já se acham diferentes quando, na verdade, nem se precisa de ser uma "super” para salvar o dia de alguém… acreditem, porque isto é a minha realidade diariamente, há uns tempos para cá!!!

E, no fim, a recíproca é verdadeira. É uma satisfação muito grande saber que pudemos ajudar e ser útil para alguém. Essa atitude humanizada já é em si uma motivação, porém maior motivação é saber que nós podemos ajudar alguém a ser mais feliz.

E para muito boa gente, era bom que o fizessem, para quebrar aquele vício do "Eu", do egoísmo, do egocentrismo, e assim fariam parte de algo maior e isso não tem preço …

quarta-feira, 23 de março de 2011

Jonathan Livingston Seagull - Be



" A gaivota vê mais longe, porque vôa mais alto..."

"( ...) tu tens a liberdade de ser tu próprio, o teu verdadeiro Eu. Aqui e agora, nada se deve imterpor no teu caminho. "

Fernão Capelo Gaivota - Richard Bach

Todas estas palavras já tiveram o seu tempo, mas é sempre bom recordar ...

domingo, 20 de março de 2011

Óbidos, andorinhas e primavera ...

Isto hoje é o que eu tenho para vos oferecer, mesmo não sendo nada meu ..

Andorinhas, as minhas aves de eleição,e que já cá estão!!! chegaram hoje dia 20 de Março de 2011 ....
Óbidos a minha terra por adopção ...
E o texto de um pequenito de 9 anos anunciando a chegada da Primavera ...

Três coisas que rapinei à net, com os meus pedidos de desculpa mas gostei tanto que não resisti !!!!



A Primavera é uma estação do ano amena. Eu vou aos jardins e vejo tudo colorido de flores. Eu gosto desta época porque nascem milhares de flores.
Na Primavera, as andorinhas vêm e, quando chega o frio, elas vão pelo mar fora. Nascem muitos frutos bons para a nossa alimentação e o Sol torna tudo mais alegre. O tempo está cada vez mais quente e começa a apetecer ir para o rio pescar e tomar banho.

sábado, 19 de março de 2011

Gerações " à rasca " ...



A meu ver, quando se parte de premissas erradas, os resultados estão à vista!
Neste contexto, e já há algum tempo, Mia Couto com toda a lucidez
que lhe é intrínseca, escreveu mais um texto notável, que sugiro
vivamente ...

(Texto transcrito de um mail que recebi )

Geração à Rasca - A Nossa Culpa

Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa
abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes
as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar
com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também
estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância
e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus
jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

> Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a
> minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)
> vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós
> 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
> Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram
> nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles
> a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes
> deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de
> diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível
> cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as
> expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou
> presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
> Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
> melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
> vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não
> havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado
> com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
>
> Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A
> vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
>
> Foi então que os pais ficaram à rasca.
> Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem
> Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde
> não se entra à borla nem se consome fiado.
> Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar
> a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de
> aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a
> pais.
> São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e
> da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que
> os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade,
> nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
>
> São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter
> de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e
> que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm
> direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,
> porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,
> querem o que já ninguém lhes pode dar!
>
> A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo
> menos duas décadas.
>
> Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
> Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por
> escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na
> proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que
> o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois
> correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade
> operacional.
> Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em
> sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso
> signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas
> competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
> Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por
> não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração
> que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que
> queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a
> diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que
> este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
> Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo
> como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
> foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
> Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não
> lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
> Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
> Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de
> montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o
> desespero alheio.
>
> Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e
> inteligência nesta geração?
> Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
> Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
> retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e
> nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como
> todos nós).
> Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
> pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham
> bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados
> académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos
> que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e,
> oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a
> subir na vida.
>
> E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
> nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares
> a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no
> que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida
> e indevidamente?!!!
>
> Novos e velhos, todos estamos à rasca.
> Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
> Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme
> convicção de que a culpa não é deles.
> A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem
> fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e
> a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
> Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
> Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
> Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de
> uma generalização injusta.
> Pode ser que nada/ninguém seja assim.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Atingi hoje os 8000 ....



É neste exacto momento que o meu blog Palavras Cruzadas atinge 8000 visualizações !!!! Pode não parecer muito, e não é mesmo, mas para mim é muito significativo....
Estou muito orgulhosa e gostaria de agradecer a todos que de alguma maneira colaboram e perderam o seu tempo em vir até aqui ... Beijos e abraços para todos

terça-feira, 15 de março de 2011


Tela de Roxanna Castro

Mulher ...

Muita vezes dou comigo a pensar como é estranho e contraditório ser mulher... nós as mulheres pensamos muitas das vezes mais com o coração, e agimos pela emoção, deixamo-nos vencer pelo amor, mas tentamos sempre a racionalidade!
Vivemos milhares de sentimentos num só dia e em cada olhar conseguimos transmitir cada um deles...
Tentamos ser perfeitas e vivemos inventando desculpas para os erros daqueles de quem mais gostamos... desculpamos, a mãe, o pai, o marido, o filho que não seguiu o caminho que desejavamos, a amiga que não estava presente quando nós mais precisávamos, enfim por um aí fora de coisas…
Durante 9 meses transportamos pequenas almas que no final desse tempo vêem a luz da vida amama-los desde o primeiro momento em que as geramos ensinamo-las a voar, damos-lhe as asas mesmo que não as queiramos ver partir, mas sabemos que a partir de certa altura elas não nos pertencem! A nossa missão é amá-las por toda a vida, mas não as podemos deter...temos de as deixar voar e caminhar pelos seus pés...ficando muitas das vezes sozinhas entregues à solidão do afastamento!
Quantas vezes choramos por dentro , mas como feiticeiras que somos, transformamos as dores que sentimos na alma, só para ver felizes aqueles que amamos e ninguém nota a nossa tristeza! Tentamos ser fortes , para dar o ombro àqueles que neles precisam de chorar.
Felizes daqueles que um dia entendam o sentir de uma mulher e a saibam amar de uma forma incondicional! Porque terão sempre um ombro e um sorriso para toda a vida!

Então não é que ser mulher dá mesmo que pensar!!!. mas eu gosto ! gosto muito de ser MULHER !!!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Ser arrogante ...



Ontem a Ana perguntou-me, como escreves? É ao correr da pena? E eu respondi, não! Ao longo destes ultimos 12 anos fui escrevendo notas sobre assuntos que me interessavam e fui guardando, quando me apetece vou buscar. Mas hoje não, acontece que estou furiosa e então aqui fica o meu desabafo …
Odeio arrogância!!!! uma pessoa arrogante, considera-se um ser superior que não consegue rir de si mesma, nem nunca tem sentido de humor, tudo parece mal e até parece que nunca sofreu na pele nada, que nunca levou na cabeça, nunca nada, adorando dar conselhos e "dicas". Como, deves fazer isto, deves fazer aquilo, nunca pensado que, o outro tb tem cabeça e “quando lá chega o outro já lá está “ agem sempre como sendo os detentores da verdade ..…
Os arrogantes não admitem receber críticas, mesmo que seja público e notório o erro cometido. Armam-se de vítimas e perseguidos, considerando extremamente ofensiva e desnecessária a crítica, tendo por vezes atitudes grotescas e inconsequentes na maior displicência, e quem está errado? são sempre os outros…... adoram ditar regras criadas por vezes sem sentido e sempre segundo os seus pontos de vista.
Normalmente estas pessoas ficam relegada a segundo plano, pois acham sempre que carregam consigo toda a responsabilidade e como pensam que têm sempre razão, são uns horríveis, odeio-os !!!…. Sempre a corrigirem os outros, cheios de certezas, contudo sãos mal vista pelos que se encontram em seu redor tendo poucas simpatias e fazendo poucas amizades ao longo da sua vida … ( qd. têm 2 personalidades, cuidado!!! )
Afinal contas, são pessoas inseguras com falta de afecto e de uma fragilidade sem limites, coitadas são umas tristes….
Encontrei na minha vida, uma pessoa ( ou várias ) que fazem parte deste grupo. E cada vez que a encontro, mais me convenço que o que realmente eu gosto e me interessa nesta vida é a IMPERFEIÇÃO, as loucuras/doideiras, ( quarta-feira de cinzas inesquecível ) o estar sempre a aprender com os erros assumidos, o riso, o sentido de humor, a solidariedade, as tentativas e os tombos…. Quem se acha “o maior” pode ir para o Céu e juntar-se aos desinteressantes, chatos e tediosos, que eu não quero ir para lá, assim como assim, não conheço lá ninguém… e o que eu quero mesmo é estar aqui, divertindo-me quando posso, dizer disparates e principalmente aprendendo sempre com o que me rodeia, renovando-me sempre e cheia de interesse pelo mundo e pelas outras pessoas que podem ser pessoas, sem precisarem ser Deus…..

Desculpem o desabafo, mas agora já estou sem o tal de " nó " na garganta ...

sábado, 5 de março de 2011



Como é carnaval hoje deixo uma pequenina anedota muito antiga mas querida....

Um bêbado entrou no metro, sentou-se ao lado de uma senhora e disse-lhe: - Mas como tu és feia meu Deus, tu és a coisa mais horrível que eu já vi na minha vida!! - A senhora ficou muito furiosa ao ouvir aquelas palavras, olha para ele e responde: - E tu bêbado nojento!!! E o bêbado imediatamente responde-lhe: - Pois é, mas há uma diferença entre mim e a senhora é que eu amanhã eu já estou curado!!!

BOOOOOOOOOOMM ....CARNAVAL .

terça-feira, 1 de março de 2011


Óleo de Aldo Balding

MENTIRA ou COVARDIA …

Porque é que uma pessoa mente? A pessoa mente, porque normalmente é covarde e esta covardia se deve ao facto de seu egoísmo fazer com que de alguma forma, se beneficie da mentira que disse, sem se importar se poderá ou não fazer mal (prejudicar) a alguem.

Um indivíduo mente, acreditando por vezes na mentira como verdade, fingindo-se de ofendido quando questionado e quando não tem saída, tenta justificar o injustificável, atacando, encontrando pretextos, fazendo-se de vítima ou mentindo mais ainda….
E, a isso se chama DISSIMULAÇÃO, E FALTA DE CARÁCTER !!!!!
Penso que quando se age desta forma, é justamente os que mais julgam o comportamento dos outros, esquecendo-se do seu próprio….
Não estou a falar daquela "mentirinha" usada para surpreender alguém ou por vezes até para descontrair, estou a falar da mentira que destroi, humilha e engana, encobrindo a covardia ou falta de carácter. Os mentirosos de serviço, como costumo dizer que se julgam óptimos actores e que normalmente até se costumam gabar disso, constumam falar muito de "mentiras construtivas" ou "mentiras necessárias" para justificar seus actos injustificados….

O que acabei de escrever vem a propósito de um episódio que me lembrei hoje e que foi vivido por mim e com uma senhora “mentirosa de serviço” há uns anos na Batalha, felizmente acabou tudo bem, mas nunca mais me esqueci ….

E nunca se esqueçam que existe uma linha quase transparente separando o "necessário" daquilo que é conveniente muitas das vezes….