O tempo vai correndo, e nós coitados conforme podemos lá vamos atrás d'ele, mas, cada dia que passa (re)descobrindo novos jeitos de andar ... verdade?
Palavras cruzadas....
Este blogue não é de leitura obrigatória mas, traduz-se por abrir janelas e deixar entrar sem nenhum medo outros olhares ... E aqui, será o encontro com aqueles que tal como eu, apreciam as palavras, as letras a natureza, o sol a poesia e o amor. E, como não poderia deixar de ser a Vida, porque é um previlégio sentir e vibrar com a vida diáriamente ......
Quarta-feira, 30 de Maio de 2012
Terça-feira, 29 de Maio de 2012
O Senhor Cadden e as suas "fotografia/pintura/desenhos???
E as mãos?
Reparem bem nas rugas !!! e na de baixo ?
Depois de ver tudo isto e mais outros tantos parecidos, nunca mais ninguem me ouve dizer que sei desenhar ....
Tudo isto é fantástico, este senhor é um Génio do desenho ... são desenhos a lápis (grafite)
Paul Cadden nasceu em Glasgow / Escócia há 48 anos. As suas obras
são hiper-realistas, tão realistas que se confundem com fotografia.
Estudou desenho em Glasgow College of Building and Printing de 1982 a 1986.
De 2001 a
2003 estudou Animação e Ilustração em James Watt College.
Desenha desde os 6 anos e diz, que o seu objectivo é intensificar o real.
Verifiquem os detalhes nos rostos das pessoas...
Desenha a grafite; os seus trabalhos parecem fotos e cada um
leva de 3 a
6 semanas para ficar pronto.
Embora os desenhos que faz são baseados em fotos, vídeos, paisagens
etc, a ideia é ir além da fotografia acentuando os detalhes imperceptíveis ao
olho nu. Ele intensifica, sai da normalidade e transpõem à fotografia.
Os objectos e as cenas dos seus desenhos são meticulosamente
detalhados para criar a ilusão de uma nova realidade nunca vista em foto
original. O estilo hiper-realista se concentra muito mais na sua ênfase, e no
detalhe dos sujeitos retratados.
O seu trabalho, em pinturas e esculturas não são rigorosas
interpretações de fotografias, nem são ilustrações literais de uma determinada
cena ou assunto. Em vez disso, ele utiliza adicionais, muitas vezes subtis,
elementos pictóricos para criar a ilusão de uma realidade que na verdade não
existe ou não pode ser visto pelo olho humano.
Serve-se de problemas emocionais, culturais e políticos para
composição de suas obras.
Um porta-voz de uma galeria disse a um jornal que, “à primeira vista, as imagens parecem mesmo fotografias,
mas vendo-as ao vivo, e de perto, percebe-se que é um desenho. Os detalhes são
incríveis” ….
Parabens Sr. Cadden o Senhor é um Génio ...
Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
Costumamos fazer esforços porque nos vale a pena a
recompensa que acarretam. Puxamos barcos e comboios, viajamos diariamente até
ao infinito, andamos sempre numa correria atrás do tempo, enfim, empurramos as
barreiras impostas pelos nossos próprios limites e percebemos que estas algumas
vezes até cedem se tivermos força suficiente.
Agora uma pergunta! Mas qual é o limite dos nossos próprios
limites? Onde é que está a linha que não podemos passar? Será que só nos
apercebemos que o esforço foi demasiado quando o corpo ou a mente dão um grito?
Seremos assim tão injustos connosco mesmos que não entendemos que, às vezes, o
esforço que parece meritório não é mais do que outro peso para arrastar ao
longo dos dias?
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
Estava eu a pensar em escrever qualquer coisa sobre o tema "atrevimento" e eis que de repente recebo uma mensagem (SMS) da minha amiga Fátima, e nem a propósito, deixei de pensar no que estava a pensar!!! e vou transcrever o que acabei de ler, que ao fim e ao cabo não deixa de ser "um atrevimento humoristico perfeito " ...
Seguimos o exemplo de Passos Coelho e descortinemos oportunidades em todas as desgraças :
- os acidentes rodoviários são uma oportunidade para tocar de carro;
- os incêndios são uma oportunidade para organizar uma churrascada com os amigos;
- as cheias são uma oportunidade para fazer um passeio de barco bem romântico;
- a prisão é uma oportunidade para descansar, comer e descobrir novas sensações no duche !"
Ricardo Araújo Pereira
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