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domingo, 9 de outubro de 2016

Há qualquer coisa que não está bem com alguém que conheçe….


Há qualquer coisa que não está bem com alguém que conheçe….

Por acaso está preocupada(o) com a alteração de comportamento de alguém que conhece?
Se alguém que conhece começou a ficar confuso, evita as pessoas, tem ideias que não estão de acordo com as de todas as outras pessoas, comporta-se de forma diferente do que seria de esperar, então é importante falar com um médico para se ter orientação e ajuda…
A razão para estas mudanças pode estar no desenvolvimento de uma doença, e quanto mais cedo for consultado um(a) médico(a) melhor.

Lista de pistas importantes a considerar:

y      » Deixou de falar com familiares ou amigos
y      » Perdeu a vontade e motivação para as actividades habituais
y      » Começou a ficar com medo(s) ou com desconfianças sem motivo
y      » Deixou de se alimentar, come às escondidas
y      » Dorme mal ou não consegue dormir toda a noite
y      » Começou a ter ideias estranhas
y      » Ouve vozes que mais ninguém consegue ouvir
y      » Tem graves dificuldades de concentração
y      » Diz ou escreve coisas que não fazem sentido
y      » Abusa de álcool ou drogas

Como conseguir ajuda?

y      » Incentivar a pessoa a procurar um médico
y      » Oferecer suporte, acompanhando a pessoa ao médico
y      » Sugerir que se escreva algumas notas em conjunto, para ajudar a explicar o que se passa na consulta
y      » Se a pessoa recusa tratamento, procure o médico para poder ter conselho e orientação.

E quanto às drogas?
Por vezes os familiares ou amigos ficam preocupados sem saber se a alteração de comportamentos está relacionada com o consumo de drogas, o que se verifica em alguns casos. Algumas pessoas que começam a desenvolver problemas psiquiátricos consomem álcool ou drogas para se sentirem melhor ou como um sinal de que precisam de ajuda. Embora estes consumos possam fazer com que essa pessoa se sintam momentaneamente bem, o que realmente acontece é um agravamento dos sintomas e uma maior dificuldade na recuperação.
Dificultando ainda mais estas questões, há que dizer que as drogas podem produzir sintomas semelhantes às queixas das doenças psicóticas como a esquizofrenia. Por exemplo, o álcool ou o haxixe podem produzir uma perda da noção da realidade e a sensação de que se é vigiado, perseguido ou atacado. Se os sintomas são devidos ao consumo de drogas (psicose secundária ao consumo) deverão desaparecer completamente após o fim do consumo, quando a droga for eliminada do corpo.
Já o uso prolongado de certas drogas pode produzir efeitos de longa duração. Se o consumo de drogas começar a interferir no dia-a-dia, causando problemas em casa, na escola ou no trabalho, a ajuda médica deve ser procurada quanto antes. O Médico de Família pode fazer uma avaliação clínica para saber se existe algum problema psiquiátrico que origina esses consumos e que deve ser tratado, ou se as pessoas devem ser desde logo encaminhadas para centros de tratamento de álcool ou drogas. Algumas vezes pode existir mais de uma doença psiquiátrica.
Pode ser muito difícil para os familiares perceberem a influência do álcool ou drogas no comportamento do indivíduo. Estes assuntos são complicados e não há nada como procurar ajuda de especialistas.

Incentive a consulta a um(a) médico(a) …..

Algumas vezes isto pode ser muito difícil, pois a/o doente sente que criticam o seu comportamento, sente que os outros estão contra si e pode estar com medo ou revoltada(o).
Algumas das vezes também se podem encontrar confusos, tendo problemas para ordenar os pensamentos de maneira a explicar o que se pode estar a passar consigo… ou podem-se estar a sentir com muito medo ou ansiosos… ou podem não ter a consciência que estão doentes.
Fale destes problemas quando sentir que a pessoa está calma, momento em que é mais provável que haja cooperação da parte desta.

Exemplo: gostava de poder falar contigo acerca de um assunto importante – é boa altura agora ou é melhor falar mais tarde?
 Peça a outra pessoa que fale com o familiar ou amigo se sente que este não confia ou antipatiza consigo. Deve-se focar no que a outra pessoa deve estar a sentir, mantendo-se imparcial. Inicialmente é melhor centra-se nos problemas que a outra pessoa se sente à vontade para falar.
Exemplo: eu sei que nos últimos dias tens tido problemas para dormir e estar concentrado. Gostarias de falar com o médico?
Leve as pessoas a pensar que o médico é alguém que ajuda a resolver situações difíceis e que não vai julgar os comportamentos.
Sugira que a ida ao médico é apoiada por si e por outras pessoas.
Discuta a situação com o médico, especialmente se há resistência por parte do outro. Lembre-se de registar de forma simples e claras as suas preocupações.

  

Não esquecer também….

Se há muita resistência a ir visitar o médico, consulte-o primeiro para discutir e planear soluções. Poderá ser possível e útil o médico ir a casa avaliar a pessoa. Se não for possível, o médico poderá sempre dar esclarecimentos e ajudar os amigos e familiares que estão preocupados.
Nós aqui, em Portugal temos uma lei que obriga a pessoa a ser tratada mesmo contra a sua vontade, sempre que, após a avaliação médica, se concluir que a pessoa tem uma doença mental grave, que a pessoa não se apercebe da gravidade da doença, que a pessoa não se quer tratar e que o estado clínico em se encontra pode ser perigosa para si ou para outros.



Lembre-se sempre que o primeiro passo é o mais difícil.
E, como saber mais?
Para mais informações consulte o seu médico, que se achar necessário orientará para uma consulta de especialidade.
Em caso de urgência, dirija-se ao serviço de urgência.
Não se acomode.


Quando algo está mal, procure ajuda!

sábado, 8 de outubro de 2016

Dia 10 de Outubro de 2010 - Dia Mundial da Saúde Mental,



Este, hoje , amanhã, depois de amanhã ....

É já na próxima segunda-feira, dia 10 de Outubro de 2016 que se celebra o  Dia Mundial da Saúde Mental, 

A doença mental é um problema social, muito maior do que aquilo que se possa pensar e, lamentavelmente  apesar da minha / nossa luta de inclusão,  e de acabar de vez com os estigmas a Sociedade ainda não aceita devidamente, vai aceitando obrigatoriamente, visto já haver bastante informação sobre este assunto, que durante anos e anos foi Tabu.
Até nós conscientes ou inconscientemente, também nos custa a aceitar e muitas das vezes até pensamos que acontece só aos outros, a nós nunca  ... infelizmente sabemos que não é assim, que, de uma hora para a outra tambem nos bate à porta, ao fim e ao cabo como qualquer doença...

Este texto acompanha-me  desde 2010, e quando é preciso falar deste assunto, lá aparece ele. Penso ser sempre o melhor para abordar este assunto tão delicado.

Ele foi retirado inteiramente de um blogue que casualmente encontrei naquele ano, mas, já está tão modificado por mim, que já o considero quase meu. Achei-o extremamente elucidativo e ao mesmo tempo muito fácil de leitura para o assunto que é de tão sensível de abordagem. Aqui está tudo dito... ... 

"No romance Na Praia de Chesil (Ian Mcewan), há um garoto cuja mãe tem comportamentos estranhos, diferentes dos das outras mulheres. Ele tem a percepção de que mãe é diferente mas aprende a lidar com essa diferença. E cria um cenário de normalidade na sua relação com ela. É diferente mas, no fundo, todas as pessoas são diferentes. A mãe é a mãe, as outras mães são as outras mães.Um dia, tendo ele já 14 anos, o pai tem uma conversa com ele. É então que a criança, pela primeira vez, ouve a expressão "perturbações mentais" associada à mãe. Ficou chocado mas, no fundo, diz o narrador, na cabeça dele teria apenas que persuadir-se do que sempre soubera. Ou seja, do que ele já sabia sem saber. "Claro que sempre soubera. Fora mantido num estado de inocência em virtude da ausência de um termo para designar a doença da mãe. Nunca pensara nela como uma doente e, ao mesmo tempo, sempre aceitara que ela era diferente. Devido a essa simples expressão e à capacidade das palavras de tornarem visível o invisível, a contradição estava resolvida. Perturbações mentais. O termo dissolvia a intimidade, media friamente a mãe com um padrão público que toda a gente podia entender".A minha dúvida é a seguinte. Estará correcto o narrador quando diz, a respeito deste caso, que as palavras têm a capacidade de tornarem visível o invisível?Eu tive um tio esquizofrénico. Quando eu era garoto o meu tio, para mim, era apenas um tipo excêntrico. Dava com ele a falar sozinho, ficava envolvido em estranhos silêncios, escrevia poemas que me dava a ler e dos quais eu nada entendia, e tinha um violino. Passava o tempo livre a ler, sabia coisas que pouca gente sabia. Mas gostava de jogar comigo ao 21 e levava-me a passear. Sentia que gostava muito de mim e, mais tarde, era eu já adulto, percebi melhor que gostava mesmo com aquela sublime afectividade com que um cão gosta do seu dono.E foi já tarde que descobri que, afinal, a excentricidade poética e comportamental do meu tio eram devidas a uma doença chamada esquizofrenia. Que tinha começado a ficar assim quando, jovem, tinha ido estudar Direito para Lisboa e começara a ouvir vozes e a desenvolver uma mania da perseguição. Ou seja, acabara de descobrir um tio com problemas psiquiátricos.Agora, será que possuir uma palavra (ou um conceito) para caracterizar uma pessoa, ajuda a ver melhor a pessoa? Não falo da doença da pessoa mas simplesmente da pessoa. Num certo sentido sim. Um esquizofrénico é um esquizofrénico, um português é um português, um sueco é um sueco, um judeu é um judeu, um árabe é um árabe, um agente de uma companhia de seguros é um agente de uma companhia de seguros. E daí? O que nos dá isso a ver a respeito dessa pessoa? Até que ponto o nome, a etiqueta, a chapa mental que identifica a pessoa através de um conceito ajuda a vê-la melhor? Até que pontos os ínfimos átomos dispersos de que a pessoa é feita não são ofuscados pela granítica rigidez do conceito?Até que ponto a criança que não tem consciência de que a mãe sofre de "perturbações mentais" não a verá melhor do que a senhora da padaria ou o homem do talho que olham para ela como pessoa com "pertubarções mentais"? Um olhar mais limpo, mais isento, mais objectivo, mais despido de convencionalismos sociais tantas vezes artificiais e ocos?""

Por ter uma situação passada com o autor, não tenho o direito de retirar a fonte de onde vem este artigo ..,....



Blogue de José Ricardo Costa


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Agarre sempre o lado melhor da sua vida para que tudo pareça mais fácil ....


Só entra na minha vida quem quiser sorrir comigo, porque eu não vou mais chorar, afinal, chorar não me cura…… Vou rir porque eu sei que nas gargalhadas há o remédio que eu preciso. Então, caso queiram “gargalhar” comigo segurem forte na minha mão e bora lá todos juntos...


Revolução da minha Alma ao longo da minha vida ….

Ninguém é dono da nossa felicidade, por isso nada de  entregar a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente de ninguém.
Ninguém pertence a ninguém
As pessoas entram nas nossas vidas, quando tem que entrar
E saem quando precisam ou devem sair …..

Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, das vontades ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão de ser da nossa vida  somos nós mesmos.

A nossa paz interior deve ser a nossa meta de vida; quando sentimos um vazio na alma, quando acreditamos que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, o melhor é remeter o nosso  pensamento para os nossos desejos mais íntimos tentando encontrar o que existe de melhor  dentro de nós.
  
A vida também me ensinou  a não ter objetivos que estejam longe demais das nossas mãos, abracemos aqueles que estão ao já hoje ao nosso alcance.

Se estamos desesperados devido a alguns obstáculos, amorosos, de relacionamentos familiares, ou até mesmo financeiros (pequeninos ) tentemos encontrar no nosso interior a resposta para nos acalmar, porque nós somos o  reflexo do que pensamos diariamente.

Se pensamos mal de nós, isso pode acontecer, vamos parar com isso, porque nós somos o melhor amigo de nós próprios. E já agora outra coisa….o amor habita no  nosso ser, e,  quando sentimos  amor mesmo, em sua essência,  ter companhia passa a ser uma escolha, e nunca uma obrigação, é preciso termos sempre presente esta ultima frase.

Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar.
Então vamos abrir um sorriso de aprovação para o mundo, que tem o melhor para nos oferecer a VIDA !!!

Com um sorriso, as pessoas ficarão com melhor impressão nossa, e nós estaremos afirmando, que estamos "prontos" para sermos  felizes.
Trabalhar, trabalhar e muito em nosso favor.
Paremos  de esperar que a felicidade nos chegue sem trabalho.
Paremos  de exigir das pessoas aquilo que nem nós  ainda conseguimos  conquistar …..

Agradecer tudo aquilo que está na nossa vida, neste momento.

Penso que a nossa compreensão do universo ainda é muito pequena, para julgarmos o que quer que seja nas nossas vidas e na dos outros.

Agarre sempre o lado melhor da sua vida para que tudo pareça mais fácil ....

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Mudanças ...



Aqui no facebook ,( apesar de ir pôr o que acabei de escrever no blogue, tem que ser é muito grande…. )  procuro divertir-me e divertir-vos aprendendo . Com humor e acima de tudo com seriedade, respeito, elevação e cultura!...Estes meios deviam servir principalmente para melhorar o mundo e as relações humanas. Porque se humanidade trabalhar sempre  estes valores pondo-os como uma  prioridade, quase que jurava que teríamos um mundo muito melhor … E como referi há 4 ou 5 dias que tinha mudado e é verdade, mudei mesmo e vou mudando aos poucos, porque é preciso mudar ……


Vamos lá mudar porque mudar é preciso!

As mudanças fazem parte da vida. Ir para uma nova cidade, decidir seguir outra carreira  profissional, mudar de estado civil, de emprego, de casa, de vida.

Existem as mudanças que são ou foram  desejadas ( que é o meu caso ) e também as que são imprevistas. Independentemente do jeito que forem, as novas situações levam-nos  ao encontro de formas diferentes  de adaptação e podem  dar~nos a oportunidade de ampliar as nossas experiências e amadurecer. ( também foi o meu caso ).

Todos já pensamos e pusemos em prática ou não  a vontade de mudar; existe, é legítimo, mas por vezes vimo-nos paralisados frente às transformações que desejamos realizar, e não podemos, isso é muito comum …. À medida que a pessoa começa a conhecer-se melhor, ganha mais autonomia e tem vontade de reformular para melhor alguns aspectos da sua vida.

No entanto, deixar um estado conhecido, ou seja deixar a sua zona de conforto para atingir um novo estado seja ele qual for, traz sempre aspectos desafiadores, e junto com a vontade da mudança surgem também as sensações de medo e insegurança. Será que vale a pena? Será que eu consigo? Essas indagações são naturais e pensamos todos de igual maneira. Atenção que eu falo de mudanças radicais como  referi mais acima.....

…….mudar de vida  é preciso…..

Vontade, coragem e uma certa estratégia para o fazer ….
O anseio de mudar é importante pois serve como motivador e encorajador para poder realizar por vezes certas acções  que são necessárias para nós. Para isso, é fundamental fazer planos muito assertivos. Pensar muito bem, ponderar, e muito mais é essencial para alcançar aquilo que queremos.
Alguns aspectos neste processo merecem uma atenção especial. Abaixo estão alguns deles:

– Toda mudança tem sempre qualquer tipo de perda. Morar em uma nova cidade, por exemplo, perde-se o conforto do ambiente conhecido, e por vezes nem somos bem recebidos que foi o meu caso. As perdas são naturais e positivas em certa medida, fazem parte do movimento da vida e são necessárias para que novas situações possam de facto acontecer, servindo muitas vezes para abrir novos horizontes. ( a adaptação foi dificil mas tudo passa com calma, hoje já nem lembro de nada..... a minha mudança foi muito radical, de 25, 30, 40 anos, Ui!!!! e por isso eu falo muito em coragem, perseverança, atitude etc.... ) estas de agora, são básicas......

Mudar de rumo – Por mais que planeamos  as estratégias das acções, por mais que haja muita vontade, existe um elemento essencial para fazer a passagem da situação antiga para a nova: coragem! calma, atitude, etc,,, É mesmo preciso muita coragem, essa capacidade de enfrentar novos desafios é essencial para abrir o tal caminho e chegar onde é preciso. A coragem em pensar que a mudança é o melhor caminho, é o que sustenta a travessia. Quando abrimos mão de uma  situação segura e vamos construir uma nova, as dúvidas tendem a surgir intensamente: Será que fiz o certo? Será que vou dar conta do recado? Será que me vão receber bem? Isso acontece porque a situação nova está a formar-se, ainda não é possível colher frutos, é preciso investir tempo, energia e esperar com muita paciência.

Tudo isto me aconteceu.......

Haverão sempre problemas, o que muda é a condição emocional da pessoa. Quando se faz uma escolha em direcção a uma nova situação e a mudança é concretizada, a sensação de realização traz contentamento e a pessoa tende a se tornar mais tolerante perante as adversidades e mais capaz de superar os próprios desafios. Pelo menos comigo assim foi.

A essência de cada um de nós:
Uma vez li uma frase que me chamou a atenção e cabe bem aqui.
 “É importante não perder de vista as coisas que te encantam, pois ali há um pouco da tua essência” Ora bem, por quem sois!!!!!

E, pensava eu que, quanto mais nos distanciássemos daquilo que nos encantava em função do que é puramente conveniente, mais a vida perdia seu sentido. ( Lisboa / Óbidos/Caldas.)
Nada disso, comigo foi precisamente o contrário…… por vezes não percebemos esse distanciamento, e quando nos damos conta já estamos muito longe daquilo que nós pensávamos que nos trazia alegria felizmente ou infelizmente e estamos e ficamos  muito melhor…... A  semente foi deitada à terra da transformação e, é importante olhar para ela com coragem, e olhos de gente, alegria, e pensar nas mais valias que nos possa oferecer esta mudança para o início da transição, com todos os desafios e satisfações  ou in(satisfações) que essa mudança nos possa vir a trazer.

Finalizo com....
O pensar positivo. Pensar positivo, ser positiva ajuda sempre é importante….o agradecer diariamente à vida por nos deixar andar por cá, com mudanças ou sem mudanças, aqui ou na Cochichina, saber aproveitar o que temos de bom é meio caminho andado para uma realização pessoal, o estar bem connosco,  o ser grato e saber distribuir essa gratidão; porque sabedoria, gratidão, amor, ajuda, seja ela de que maneira fôr, penso eu, que só fazem sentido se forem distribuídos...... sempre ouvi dizer sabedoria guardada é sabedoria perdida, e penso que a vida só faz sentido, pelo menos  para mim se for feita esta distribuição de para...


(não sei se ajudo ou ajudei alguma coisa com este meu exemplo, apesar de pensar que não sirvo muito de exemplo para certas coisas, mas pode ser que sim, pode ser que não. Mais uma vez vou repetir ( podem ter a certeza que muitos problemas e  atitudes menos correctas de certas pessoas, advêm daí, pessoas mal resolvidas ) é preciso estar sempre bem connosco próprios primeiro, para assim podermos passar aos outros o que  sentimos…. ) Bem-hajam.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

DESPERTE O GIGANTE INTERIOR - Anthony Robbins





DESPERTE O GIGANTE INTERIOR - Anthony Robbins


Este livro, é mais um livro de auto conhecimento que tem 600 e tal páginas que tenho andado a ler aos poucos,( pudera com tanta página..... ) porque é um assunto que gosto muito. Já possuo alguns não quero dizer muito, mas alguns, livros de auto conhecimento, fui comprando ao longo dos ultimos anos, gosto de perceber, comparar, pensar nos porquês de certas atitudes dos seres humanos, e realmente tem-me ajudado imenso em certas alturas da minha vida. E desde que fiz aqueles dias de Psicologia Positiva ainda mais interessada fiquei. E, como o saber não ocupa lugar e a minha curiosidade por certas coisas é enorme, por conseguinte passo a vida a ler a descobrir coisas.... e assim vou tocando a minha vida para a frente .
Descobri este, não comprei está em PDF, como tantos outros que tenho lido ( custa, confesso ) mas assim consigo ter acesso possivelmente a mais coisas. que de outra forma não teria, porque os livros são caríssimos. Está traduzido em brasileiro que é um horror, mas enfim é o que temos, digo desde já que é muito interessante, ( para quem gosta destes assuntos) e tudo isto por causas do meu cepticismo. porque ando sempre em busca de caminhos que me agradem, este é um deles..... e aos poucos e já com umas certas convicções cientificas será por estas bandas que me encontrei nalgumas coisas..... Eu não disse que sou outra? é verdade, pelo menos a pensar muito mais em mim e a focar-me muito mais em mim essa garanto-vos.... para ajudar estou cá sempre, preocupações com o alheio e gastar muito tempo com coisas que não têm remédio, sempre ouvi dizer, "o que não tem remédio remediado está" . Cada vez sou mais fã dos ditados populares..... Então, partilho algumas das  palavras ( um dos capitulos ) do livro que este Sr. escreveu, que para mim fazem todo o sentido e concordo....

Fiquem bem e encontrem-se ||||


“O homem nasce para viver, e não para se preparar para viver.”

 BORIS PASTERNAK



(...)  VOCÊ SE LEMBRA de quando Jimmy Carter ainda era o Presidente dos Estados Unidos, o Império contra-atacava, Yoda e o Pac Man estavam no auge da onda, e não existia nada entre Brooke Shields e suas Calvins? O Aiatolá Khomeiny tinha assumido o poder no Irã e mantinha um grupo de americanos como reféns. Na Polônia, um eletricista dos estaleiros de Gdansk, chamado Lech Walesa, fez o impensável: decidiu enfrentar o poderio comunista. Liderou os colegas numa greve, e quando tentaram impedi-lo de entrar em seu local de trabalho, ele simplesmente pulou o muro. Muitos muros foram derrubados desde então, não é mesmo? Lembra de ter ouvido a notícia de que John Lennon fora assassinado? Lembra quando o Monte Santa Helena entrou em erupção, arrasando com cerca de 400 quilômetros quadrados? Aplaudiu quando o desacreditado time de hóquei dos EUA venceu os soviéticos, e prosseguiu até conquistar a medalha de ouro olímpica? Tudo isto aconteceu em 1980, há mais de dez anos. Pense um pouco. Onde você se encontrava então? Como você era? Quem eram seus amigos? Quais eram suas esperanças e sonhos? Se alguém lhe perguntasse onde estaria dentro de dez ou quinze anos, o que teria respondido? Você se encontra hoje onde queria estar naquela época? Uma década pode passar bem depressa, não é? Mais importante ainda, talvez devêssemos estar nos perguntando: “Como vou viver os próximos dez anos de minha vida? Como vou viver hoje a fim de criar o amanhã pelo qual me empenho? Como vou me posicionar de agora em diante? O que é importante para mim neste exato momento, e o que será importante para mim a longo prazo? O que posso fazer hoje para moldar meu supremo destino?” Daqui a dez anos você certamente chegará. A questão é: Onde? Quem você terá se tornado? Como viverá? Qual será a sua contribuição? Agora é o momento para projetar os próximos dez anos da sua vida — e não depois que passarem. Devemos aproveitar o momento. Já estamos vivendo o período inicial de uma nova década, e entrando nos últimos anos do século XX.  Em pouco tempo, estaremos no século XXI, um novo milênio. O ano 2000 e tal,,,,, chegará antes que você perceba, e dentro de meros dez anos você estará se recordando do dia de hoje, tal como fazemos agora em relação a 1980. Ficará satisfeito ao rememorar os anos noventa, ou perturbado? Deleitado, ou perturbado? No início de 1980, eu era um garoto de dezenove anos. Sentia-me só e frustrado. Não tinha virtualmente recursos financeiros. Não tinha ninguém que me treinasse para o sucesso, amigos ou mentores vitoriosos, nem objetivos definidos. Sentia-me confuso e estava gordo. No entanto, em poucos anos, descobri um poder que usei para transformar radicalmente todas as áreas da minha vida. Depois que o dominei, utilizei-o para revolucionar minha vida em menos de um ano. Foi o instrumento com que aumentei dramaticamente meu nível de confiança e, desta forma, minha capacidade para agir e produzir resultados concretos. Utilizei-o também para voltar a controlar meu bem-estar físico e me livrar, de modo permanente, de vinte quilos de gordura. Com isso, atraí a mulher dos meus sonhos, casei e criei a família que desejava. Usei esse poder para elevar minha renda do nível de subsistência para mais de um milhão de dólares por ano. Mudei do meu apartamento minúsculo (onde lavava os pratos na banheira por não haver cozinha) para onde moro hoje com a família, o Del Mar Castle. Essa única distinção me levou da solidão e sensação de insignificância para a gratidão por novas oportunidades para contribuir com alguma coisa para milhões de pessoas em todo o mundo. É um poder que continuo a usar a cada dia da minha vida para moldar meu destino pessoal. Em Poder sem limites, deixei bem claro que o meio mais poderoso de moldar nossas vidas é agir. A diferença nos resultados que as pessoas produzem se resume ao que fizeram de uma maneira diferente das outras em situações iguais. Ações diferentes produzem resultados diferentes. Por quê? Porque toda ação é uma causa desencadeada, e seu efeito se soma a efeitos passados para nos levar numa direção definida. E todo movimento conduz a um fim: o nosso destino. Em suma, se queremos dirigir nossas vidas, devemos controlar nossas ações sistemáticas. Não é o que fazemos de vez em quando que molda nossas vidas, e sim o que fazemos sistematicamente. A pergunta básica e mais importante é a seguinte: O que precede todas as ações? O que determina que ações efetuamos e, portanto, quem nos tornamos, e qual o nosso supremo destino na vida? O que é o pai da ação? A resposta, claro, é aquilo a que venho aludindo o tempo todo: o poder de decisão. Tudo o que acontece em sua vida — tanto aquilo com que se emociona quanto o que o desafia — começa com uma decisão! Creio que é nos momentos de decisão que o seu destino é moldado. As decisões que você está tomando neste instante, todos os dias, moldarão como se sente hoje, e também quem vai se tornar nos anos noventa e além. Ao recordar os últimos dez anos, acha que houve ocasiões em que uma decisão diferente teria feito sua vida radicalmente diferente do que é hoje, para melhor ou para pior? Talvez, por exemplo, tenha tomado uma decisão quanto à carreira que mudou sua vida. Ou, quem sabe, não tenha tomado. Pode ser que nos últimos dez anos tenha decidido se casar — ou se divorciar. Pode ter comprado uma fita, um livro ou comparecido a um seminário, e com isso mudou suas convicções e ações. Talvez decidiu ter filhos, ou preferiu adiá-los, pensando na carreira. Pode ser que tenha decidido investir numa casa ou num negócio próprio. Talvez tenha começado a fazer exercício, ou desistido. É possível que tenha decidido parar de fumar. Ou se mudar para outra parte do país, ou ainda viajar ao redor do mundo. Como essas decisões o levaram a esse ponto em sua vida? Experimentou emoções da tragédia e frustração, injustiça e desesperança durante a última década da sua vida? Eu experimentei. Caso afirmativo, o que decidiu a respeito? Seguiu em frente ou desistiu? Como essas decisões moldaram sua vida atual? (....)


“O homem não é a criatura das circunstâncias; as circunstâncias é que são criaturas do homem.” -

BENJAMIN DISRAELI