Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

O tempo vai correndo, e nós coitados conforme podemos lá vamos atrás d'ele, mas, cada dia que passa  (re)descobrindo novos jeitos de andar ... verdade?

Terça-feira, 29 de Maio de 2012

Os meus ultimos trabalhos expostos na Galeria Osíris - Maio/junho de 2012

O Senhor Cadden e as suas "fotografia/pintura/desenhos???


 E as mãos?

 Reparem bem nas rugas !!! e na de baixo ?
Depois de ver tudo isto e mais outros tantos parecidos, nunca mais ninguem me ouve dizer que sei desenhar ....

Tudo isto é fantástico, este senhor é um Génio do desenho ... são desenhos a lápis (grafite)

Paul Cadden nasceu em Glasgow / Escócia há 48 anos. As suas obras são hiper-realistas, tão realistas que se confundem com fotografia.
Estudou  desenho em Glasgow College of  Building and Printing de 1982 a 1986.
De 2001 a 2003 estudou Animação e Ilustração em James Watt College. 

Desenha desde os 6 anos e diz,  que o seu objectivo é intensificar o real. Verifiquem os detalhes nos rostos das pessoas...
Desenha a grafite; os seus trabalhos parecem fotos e cada um leva de 3 a 6 semanas para ficar pronto.
Embora os desenhos que faz são baseados em fotos, vídeos, paisagens etc, a ideia é ir além da fotografia acentuando os detalhes imperceptíveis ao olho nu. Ele intensifica, sai da normalidade e transpõem à fotografia.
Os objectos e as cenas dos seus desenhos são meticulosamente detalhados para criar a ilusão de uma nova realidade nunca vista em foto original. O estilo hiper-realista se concentra muito mais na sua ênfase, e no detalhe dos sujeitos retratados. 
O seu trabalho, em pinturas e esculturas não são rigorosas interpretações de fotografias, nem são ilustrações literais de uma determinada cena ou assunto. Em vez disso, ele utiliza adicionais, muitas vezes subtis, elementos pictóricos para criar a ilusão de uma realidade que na verdade não existe ou não pode ser visto pelo olho humano.
Serve-se de problemas emocionais, culturais e políticos para composição de suas obras.

Um porta-voz de uma galeria disse a um jornal que, “à primeira vista, as imagens parecem mesmo fotografias, mas vendo-as ao vivo, e de perto,  percebe-se que é um desenho. Os detalhes são incríveis” ….

Parabens Sr. Cadden o Senhor é um Génio ...


Sexta-feira, 25 de Maio de 2012


Costumamos fazer esforços porque nos vale a pena a recompensa que acarretam. Puxamos barcos e comboios, viajamos diariamente até ao infinito, andamos sempre numa correria atrás do tempo, enfim, empurramos as barreiras impostas pelos nossos próprios limites e percebemos que estas algumas vezes até cedem se tivermos força suficiente.

Agora uma pergunta! Mas qual é o limite dos nossos próprios limites? Onde é que está a linha que não podemos passar? Será que só nos apercebemos que o esforço foi demasiado quando o corpo ou a mente dão um grito? Seremos assim tão injustos connosco mesmos que não entendemos que, às vezes, o esforço que parece meritório não é mais do que outro peso para arrastar ao longo dos dias?




Quarta-feira, 23 de Maio de 2012




Estava eu a pensar em escrever qualquer coisa sobre o tema "atrevimento" e eis que de repente recebo uma mensagem  (SMS) da minha amiga Fátima, e nem a propósito, deixei de pensar no que estava a pensar!!! e vou transcrever o que acabei de ler, que ao fim e ao cabo não deixa de ser "um atrevimento humoristico perfeito " ...


Seguimos o exemplo de Passos Coelho e descortinemos oportunidades em todas as desgraças :

- os acidentes rodoviários são uma oportunidade para tocar de carro;
- os incêndios são uma oportunidade para organizar uma churrascada com os amigos;
- as cheias são uma oportunidade para fazer um passeio de barco bem romântico;
- a prisão é uma oportunidade para descansar, comer e descobrir novas sensações no duche !"

Ricardo Araújo Pereira