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sábado, 12 de outubro de 2013

Jovens embebedam-se com álcool na vagina .....






Penso ainda, que não li bem esta notícia ou então li e recuso-me a perceber o que acabei de ler ...
Mas onde estão os limites? será que já não existem limites para nada ? Confesso que fiquei completamente perturbada com esta notícia.



Sociedade

Jovens embebedam-se com álcool nos olhos, ânus e vagina


11-10-2013, por Correio da Manhã


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Jovens embebedam-se com álcool nos olhos, ânus e vagina

Um quarto das crianças com menos de 11 anos já experimentou bebidas alcoólicas e os jovens procuram apanhar bebedeiras cada vez mais rapidamente, adotando práticas como a introdução de álcool nos olhos, no ânus ou na vagina. A revelação consta do relatório da Direção-Geral da Saúde 'Portugal Saúde Mental em Números – 2013', divulgado esta quinta-feira.

Com base num inquérito realizado em 2010 sobre os comportamentos em saúde entre as crianças de idade escolar, o relatório indica que 26,4% com idade igual ou inferior a 11 anos já tinha experimentado bebidas alcoólicas e que 9,5% acabaram embriagados.

Ainda sobre a idade de experimentação de álcool, o documento revela que é entre os 12 e os 13 anos que se encontra a maior percentagem (41,9%), ao passo que com mais de 14 anos foram 31,7% os jovens que experimentaram. Os mesmos dados mostram que na faixa dos 12-13 anos é maior a percentagem de raparigas que experimentou bebidas alcoólicas do que de rapazes.

O relatório destaca que nas últimas décadas o padrão de consumo tem-se modificado significativamente, com uma passagem do tendencialmente "mediterrânico" – diário, por vezes em volumes elevados, por adultos, e sobretudo de vinho – para o "anglo-saxonico" – quase nó nos fins de semana, muitas vezes com "intenção de intoxicação aguda rápida (binge drinking)", em idades cada vezes mais precoces e progressivamente mais feminino.

TAMPÕES SÃO NOVA MODA PARA EMBEBEDAR JOVENS

Um reflexo desta tendência de procura da "intoxicação aguda quase instantânea" entre os jovens é a adoção de práticas como a "instilação ocular ou a aplicação de tampões impregnados em bebidas alcoólicas destiladas no ânus, ou na vagina, áreas anatómicas em que a riqueza vascular permite absorções muito rápidas", denunciam os autores do relatório, que lamentam a sobreposição dos interesses económicos aos da saúde pública.

"A tolerância dos costumes e o primado do interesse económico sobre a saúde pública vem permitindo permissividade familiar e social dos consumos, que sendo em moeres de idade são sempre de risco, independentemente do volume de álcool ingerido", afirma o documento, acrescentando que "várias investigações registam que o início de consumos se verifica em idades cada vezes mais precoces e com aparente estrita intenção de fuga da realidade".

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