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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

DESPERTE O GIGANTE INTERIOR - Anthony Robbins





DESPERTE O GIGANTE INTERIOR - Anthony Robbins


Este livro, é mais um livro de auto conhecimento que tem 600 e tal páginas que tenho andado a ler aos poucos,( pudera com tanta página..... ) porque é um assunto que gosto muito. Já possuo alguns não quero dizer muito, mas alguns, livros de auto conhecimento, fui comprando ao longo dos ultimos anos, gosto de perceber, comparar, pensar nos porquês de certas atitudes dos seres humanos, e realmente tem-me ajudado imenso em certas alturas da minha vida. E desde que fiz aqueles dias de Psicologia Positiva ainda mais interessada fiquei. E, como o saber não ocupa lugar e a minha curiosidade por certas coisas é enorme, por conseguinte passo a vida a ler a descobrir coisas.... e assim vou tocando a minha vida para a frente .
Descobri este, não comprei está em PDF, como tantos outros que tenho lido ( custa, confesso ) mas assim consigo ter acesso possivelmente a mais coisas. que de outra forma não teria, porque os livros são caríssimos. Está traduzido em brasileiro que é um horror, mas enfim é o que temos, digo desde já que é muito interessante, ( para quem gosta destes assuntos) e tudo isto por causas do meu cepticismo. porque ando sempre em busca de caminhos que me agradem, este é um deles..... e aos poucos e já com umas certas convicções cientificas será por estas bandas que me encontrei nalgumas coisas..... Eu não disse que sou outra? é verdade, pelo menos a pensar muito mais em mim e a focar-me muito mais em mim essa garanto-vos.... para ajudar estou cá sempre, preocupações com o alheio e gastar muito tempo com coisas que não têm remédio, sempre ouvi dizer, "o que não tem remédio remediado está" . Cada vez sou mais fã dos ditados populares..... Então, partilho algumas das  palavras ( um dos capitulos ) do livro que este Sr. escreveu, que para mim fazem todo o sentido e concordo....

Fiquem bem e encontrem-se ||||


“O homem nasce para viver, e não para se preparar para viver.”

 BORIS PASTERNAK



(...)  VOCÊ SE LEMBRA de quando Jimmy Carter ainda era o Presidente dos Estados Unidos, o Império contra-atacava, Yoda e o Pac Man estavam no auge da onda, e não existia nada entre Brooke Shields e suas Calvins? O Aiatolá Khomeiny tinha assumido o poder no Irã e mantinha um grupo de americanos como reféns. Na Polônia, um eletricista dos estaleiros de Gdansk, chamado Lech Walesa, fez o impensável: decidiu enfrentar o poderio comunista. Liderou os colegas numa greve, e quando tentaram impedi-lo de entrar em seu local de trabalho, ele simplesmente pulou o muro. Muitos muros foram derrubados desde então, não é mesmo? Lembra de ter ouvido a notícia de que John Lennon fora assassinado? Lembra quando o Monte Santa Helena entrou em erupção, arrasando com cerca de 400 quilômetros quadrados? Aplaudiu quando o desacreditado time de hóquei dos EUA venceu os soviéticos, e prosseguiu até conquistar a medalha de ouro olímpica? Tudo isto aconteceu em 1980, há mais de dez anos. Pense um pouco. Onde você se encontrava então? Como você era? Quem eram seus amigos? Quais eram suas esperanças e sonhos? Se alguém lhe perguntasse onde estaria dentro de dez ou quinze anos, o que teria respondido? Você se encontra hoje onde queria estar naquela época? Uma década pode passar bem depressa, não é? Mais importante ainda, talvez devêssemos estar nos perguntando: “Como vou viver os próximos dez anos de minha vida? Como vou viver hoje a fim de criar o amanhã pelo qual me empenho? Como vou me posicionar de agora em diante? O que é importante para mim neste exato momento, e o que será importante para mim a longo prazo? O que posso fazer hoje para moldar meu supremo destino?” Daqui a dez anos você certamente chegará. A questão é: Onde? Quem você terá se tornado? Como viverá? Qual será a sua contribuição? Agora é o momento para projetar os próximos dez anos da sua vida — e não depois que passarem. Devemos aproveitar o momento. Já estamos vivendo o período inicial de uma nova década, e entrando nos últimos anos do século XX.  Em pouco tempo, estaremos no século XXI, um novo milênio. O ano 2000 e tal,,,,, chegará antes que você perceba, e dentro de meros dez anos você estará se recordando do dia de hoje, tal como fazemos agora em relação a 1980. Ficará satisfeito ao rememorar os anos noventa, ou perturbado? Deleitado, ou perturbado? No início de 1980, eu era um garoto de dezenove anos. Sentia-me só e frustrado. Não tinha virtualmente recursos financeiros. Não tinha ninguém que me treinasse para o sucesso, amigos ou mentores vitoriosos, nem objetivos definidos. Sentia-me confuso e estava gordo. No entanto, em poucos anos, descobri um poder que usei para transformar radicalmente todas as áreas da minha vida. Depois que o dominei, utilizei-o para revolucionar minha vida em menos de um ano. Foi o instrumento com que aumentei dramaticamente meu nível de confiança e, desta forma, minha capacidade para agir e produzir resultados concretos. Utilizei-o também para voltar a controlar meu bem-estar físico e me livrar, de modo permanente, de vinte quilos de gordura. Com isso, atraí a mulher dos meus sonhos, casei e criei a família que desejava. Usei esse poder para elevar minha renda do nível de subsistência para mais de um milhão de dólares por ano. Mudei do meu apartamento minúsculo (onde lavava os pratos na banheira por não haver cozinha) para onde moro hoje com a família, o Del Mar Castle. Essa única distinção me levou da solidão e sensação de insignificância para a gratidão por novas oportunidades para contribuir com alguma coisa para milhões de pessoas em todo o mundo. É um poder que continuo a usar a cada dia da minha vida para moldar meu destino pessoal. Em Poder sem limites, deixei bem claro que o meio mais poderoso de moldar nossas vidas é agir. A diferença nos resultados que as pessoas produzem se resume ao que fizeram de uma maneira diferente das outras em situações iguais. Ações diferentes produzem resultados diferentes. Por quê? Porque toda ação é uma causa desencadeada, e seu efeito se soma a efeitos passados para nos levar numa direção definida. E todo movimento conduz a um fim: o nosso destino. Em suma, se queremos dirigir nossas vidas, devemos controlar nossas ações sistemáticas. Não é o que fazemos de vez em quando que molda nossas vidas, e sim o que fazemos sistematicamente. A pergunta básica e mais importante é a seguinte: O que precede todas as ações? O que determina que ações efetuamos e, portanto, quem nos tornamos, e qual o nosso supremo destino na vida? O que é o pai da ação? A resposta, claro, é aquilo a que venho aludindo o tempo todo: o poder de decisão. Tudo o que acontece em sua vida — tanto aquilo com que se emociona quanto o que o desafia — começa com uma decisão! Creio que é nos momentos de decisão que o seu destino é moldado. As decisões que você está tomando neste instante, todos os dias, moldarão como se sente hoje, e também quem vai se tornar nos anos noventa e além. Ao recordar os últimos dez anos, acha que houve ocasiões em que uma decisão diferente teria feito sua vida radicalmente diferente do que é hoje, para melhor ou para pior? Talvez, por exemplo, tenha tomado uma decisão quanto à carreira que mudou sua vida. Ou, quem sabe, não tenha tomado. Pode ser que nos últimos dez anos tenha decidido se casar — ou se divorciar. Pode ter comprado uma fita, um livro ou comparecido a um seminário, e com isso mudou suas convicções e ações. Talvez decidiu ter filhos, ou preferiu adiá-los, pensando na carreira. Pode ser que tenha decidido investir numa casa ou num negócio próprio. Talvez tenha começado a fazer exercício, ou desistido. É possível que tenha decidido parar de fumar. Ou se mudar para outra parte do país, ou ainda viajar ao redor do mundo. Como essas decisões o levaram a esse ponto em sua vida? Experimentou emoções da tragédia e frustração, injustiça e desesperança durante a última década da sua vida? Eu experimentei. Caso afirmativo, o que decidiu a respeito? Seguiu em frente ou desistiu? Como essas decisões moldaram sua vida atual? (....)


“O homem não é a criatura das circunstâncias; as circunstâncias é que são criaturas do homem.” -

BENJAMIN DISRAELI

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