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domingo, 25 de agosto de 2013


Recomeça a minha fase de escrita ... igual por enquanto ao face mas logo mudará ... desculpem amigos a minha ausência , mas as chatices e obstáculos proliferam e a falta de paciência também, mas penso estar de volta fiquem bem amigos.
 


“A falta de amor por nós próprios obriga-nos a esconder-nos por detrás das relações de poder e do controlo que é  castrador da liberdade. Da nossa e dos outros. È na relação com o Amor ( amor próprio)  que está a grande diferença que existe entre um Ghandi e um Hitler.

E está?

 

“ A minha liberdade acaba onde começa a dos outros”

 

Ao abrigo desta expressão, vivemos frustrados e submetidos a jogos de poder das nossas leis, dos nossos governantes, dos princípios de direito, das religiões das regras de amizade e civismo.Todos parecemos aderir a esta frase que ficou célebre, sem qualquer reticencia. Penso ser mais uma crença que se aderiu, mas ao mesmo tempo devastadora e por vezes causadora de muita falta de Amor.

“ A minha liberdade acaba ….. . E porque não, a deles acaba onde começa a minha”? Mas afinal quem é o “Juiz” do saber onde acaba e onde começa? Ou será que existem níveis de liberdade, que há uns que podem começar mais perto e outros acabar mais longe? Uns têm direito a um maior campo de acção da sua liberdade? Mas em nome de quê e de quem?.

Mais uma vez a liberdade de cada um está limitada pelo seu maior ou menor poder. E o poder controla a liberdade. Então deixa de ser liberdade e passa a ser controlo. E o controlo é sempre, mas sempre falta do tal Amor.

Conheço muitas pessoas que se controlam em tudo o que fazem, para terem uma boa imagem, para serem bem avaliadas, para serem amadas etc, etc. lá bem no “fundinho” para não se terem de enfrentar a si mesmas. ( neste momento o bem avaliado tem gaitas !!!! )

Aquele que vive controlado está permanentemente  em busca da aprovação dos outros. Que pavor deve ser…  e sempre atento para não ultrapassar o limite da sua liberdade. “ tenho de ter cuidado, porque aqui a minha liberdade acaba” e repete e repete e o que acontece? Vai arranjando segundo a segundo sem se aperceber, problemas consigo próprio.

O tal de “Juiz” deve ser a minha/nossa auto-estima. Aquilo em que eu acredito ser bom para mim e verdadeiro.

E com tanto controlo somos menos livres, deixemos de viver a nossa própria vida, deixemos de ser nós próprios e passemos por vezes a ser um objecto. Cuidado!  começa por por vezes a aparecer a  arrogância.

Ser livre é ter auto-estima. A auto estima nunca acaba quando começa a dos outros. Ela é muito abundante e inesgotável. E por fim, quem tem auto-estima faz as coisas, porque decidiu, de acordo com os seus valores  e não porque se sente obrigado por aquela frase que citei mais acima cuja interpretação até pode ser obscena.

E tudo isto vem de muito longe desde a nossa educação. “

 

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