Visitas

domingo, 25 de julho de 2010

A mulher muçulmana tem de continuar sempre a lutar pelos seus direitos .....























Muito já foi dito sobre os direitos e igualdades entre homens e mulheres. E todos partimos de um principio que este assunto da igualdade esta praticamente finalizado! mas não está mesmo ...

E, em sociedades cujos direitos são há muito reconhecidos e a sua defesa praticamente está sempre na ordem do dia, não posso deixar de me surpreender com certos factos divulgados ontem pelos media, acerca das mulheres muçulmanas, onde mais uma vez, se torna urgente que alguém de direito, tome medidas que garantam a vigência dos direitos humanos de todas as mulheres, não só os das muçulmanas .
O despertar das mulheres no mundo, já começou longos e tem vindo a caminhar devagarinho mas tem vindo, não tem sido fácil de conquistar, isto da igualdade de direitos para muitas cabeças é complicado, e a mulher tem vivido e algumas ainda vivem, ( eu infelizmente conheço algumas ), dominadas pelo homem, que por sua vez, fazem parte de sociedades ainda muito preconceituosa e machistas. E mudar situações como estas?. Talvez, a ajuda dos países mais evoluídos,ONGS outras que tais, também vai ajudar a mudança de mentalidades, e a pouco e pouco com a vinda de novas gerações, talvez as coisas possam vir a mudar, mas com este povo, não vai ser fácil, as tradições estão muito enraizadas, crenças completamente absurdas e em meu ver atrasadas, e só com uma grande comunhão de boa vontade, se consiga chegar ao encontro de um equilíbrio mais justo onde as mulheres comecem a participar de forma significativa na formulação de uma agenda de direitos humanos para um futuro mais justo.
E, com aquelas cabeças acreditando em coisas impossíveis, e inexistentes, quando é que estas mulheres se vão libertar? deixarem de se anular ? deixar de ser dominadas e sustentadas pelos maridos? podem ir trabalhar para poderem ter a sua independência? um dia vai acontecer, eu quero acreditar que sim, mas, requer muito trabalho, carece de muito estudo, muita muita luta, e muita coragem e perseverança, as suas vozes já se começaram a fazer ouvir, através de Golda Meir por volta de 1969, Indhira Gandhi e Benazir Bhutto, assinada no ano de 2007, são estas as mulheres que me lembro de iniciarem uma luta, e não se trata aqui se bem se mal, o que e certo e que chegaram mais alto e isso é o mais importante para um começo. A mulher muçulmana, é uma mulher brutalmente desvalorizada na sociedade em que vive, e pelo que vejo cada vez mais ......

A sociedade muçulmana rege-se por normas e valores ( que para nós são muito difíceis de aceitar ou seja inaceitáveis ) que impedem a liberdade da mulher, tendo estas uma vida de "prisioneiras" e de submissão na sociedade em que vivem.
Devem total obediência ao marido, o seu trabalho e dentro de casa a tratar do marido e dos filhos, estando proibidas de exercer qualquer cargo/profissão fora de casa.
E, obrigadas que são a cumprir as regras que lhes são impostas a todos os níveis, passando ou começando por aquela vestimenta horrível onde só e visível os olhos aos quadradinhos, as famosas burcas , não contentes com essa do vestuário, numa das partes da faixa de Gaza, há dois dias atrás decretaram, que as mesmas, deixavam de poder andar de mota/bicicleta, ir a praia, porque não podem mostrar nem sequer a ponta do pé, ir ao cabeleireiro, onde estejam homens a cortar cabelos, andar na rua sem ser com os maridos, a policia foi reforçada, a fim de poder abordar rapidamente qualquer mulher, que seja vista a conversar com um homem, se não for seu parente, e imediatamente presa, e por ultimo a proibição de fumar o conhecido cachimbo de agua "narguilé", que faz parte da sua cultura há milhares de anos.

Gostava de poder dizer hoje dia 24 de Julho de 2010, e depois de andar há mais de trinta anos a assinar petições para ajudar a libertação destas mulheres, que com a globalização e com a liberalismo já existente, com a implantação que rege a todos os povos o direito de liberdade e igualdade, que neste momento, as mulheres muçulmanas já teriam mais liberdade que no passado, mas pelo que me e dado ver tem e muito menos liberdade, e isso NÃO PODEMOS DEIXAR QUE ACONTEÇA MAIS .

1 comentário:

  1. Olá amiga Dulce, muito bonitas as palavras no que me toca. Mas sou só um mero instrumento de comunicação para quem consiga absorver ou tirar partido dos meus meus conhecimentos. No entanto existe algo que nos força a ser teimosos e renitentes quando sentimos que alguém se dispôe a ser receptivo e se deixa encaminhar numa ausência total de conhecimentos para depois ter oportunidade de recriar, libertando-se do seu eu e conseguir passar a um novo patamar de expressão, muitas das vezes encerrado no seu interior. A liberdade de espírito e plasticidade tem-la demonstrado com o passar do tempo, e assim será desde que continues a ser a pessoa que efectivamente tenho vindo a conhecer.
    Parabéns pelo ainda curto mas positivo trajecto nesta área, e que assim continues sem barreiras, disposta a novos desafios e sempre de espírito livre e aberto.
    Parabéns Dulce e como costumo dizer, não penses muito...deixa-te seguir pela intuição, e verás o belo dos objectivos expressos num pedaço de tela, onde assinas Dulce.
    Júlio

    ResponderEliminar